http://www.nytimes.com/2010/10/01/education/01math.html
02/10/10
06/06/10
Beyond Geography: Cooperation with Persistent Links in the Absence of Clustered Neighborhoods (I)
O paradigma formal para a análise do problema de comportamento pró-social é o Dilema do Prisioneiro (DP; Axelrod, 1984; Axelrod & Hamilton, 1981). No DP, cada jogador tem duas opções: cooperar ou não cooperar. Em qualquer jogada, os jogadores recebem ambos R pontos se cooperarem e apenas P pontos se ambos não cooperarem. A exploração de um cooperador por um não cooperador atribui pontos T a este, enquanto o cooperador recebe S pontos. (As relações entre os diversos payoffs neste jogo são: T > R > P > S e 2R > T + S). É este padrão de payoffs que garante que, num único movimento, não cooperar é sempre melhor para um jogador motivado pelo auto-interesse. Uma vez que isto é verdadeiro para ambos, o resultado é a não cooperação mútua. Os agentes podem maximizar os seus ganhos pessoais, portanto, pela suspensão do seu auto-interesse imediato em favor de interesses menores mas sistemáticos, alcançados através de uma sustentada mútua cooperação. A capacidade dos agentes de descobrir esta regra tem sido demonstrada em várias simulações de computador, utilizando tanto mecanismos evolutivos como de aprendizagem, tal como a imitação (por exemplo, Axelrod, 1984; Axelrod & Dion, 1988; Axelrod & Hamilton, 1981; Liebrand & Messick, 1995).
24/05/10
A Quadratura do Círculo em Geometer's Sketchpad
Será possível construir com régua e compasso um quadrado que tenha a mesma área de um dado círculo?
Com régua e compasso tecnológicos sim!
Desloque o ponto A ou o ponto B e verá que as áreas do círculo e do quadrado são sempre idênticas.
O segmento situado a meia altura do lado esquerdo corresponde à unidade de comprimento e pode ser modificado.
Créditos da construção: JCSantos.
20/05/10
18/05/10
15/05/10
#10 - Múltiplas Perspectivas no Libro de Algebra en Arithmetica Y Geometria
https://sites.google.com/site/pedronunesgrau2/
Reflexão e desconstrução:
mas o que é, afinal, o modelo de aprendizagem das múltiplas perspectivas?
11/05/10
The Economics of Happiness
09/05/10
#9 - Leituras Recomendadas (V)
Carvalho apresenta neste texto algumas componentes essenciais para um SEM, e cuja existência e qualidade - independente da orientação construtivista ou comportamentalista do SEM - são factores que afectam a qualidade geral do software, pois orientam o utilizador, motivam, apelam, encorajam, ...
caixa - início-apresentação - menu -navegação - estrutura - actividades - interface - ajuda - sugestões - hiperligações - ficha técnica - sair do software (!) -
#8 - Leituras Recomendadas (IV): Computadores, Ferramentas Cognitivas
07/05/10
Álgebra x Geometria
The devil says: "I will give you this powerful machine, it will answer any question you like. All you need to do is give me your soul: give up geometry and you will have this marvellous machine."
Comer Vaca Esférica e Aprender pos Osmose
06/05/10
04/05/10
#7 - Leituras Recomendadas (III)
29/04/10
27/04/10
17/04/10
#6 - Tarefa sobre análise e avaliação de uma Webquest
- A Introdução é pouco atractiva, e não motiva para uma aventura na web rica e interessante;
- A Tarefa é iniciada com "o teu grupo terá que ...", sem ter, antes disso, referido que seria necessário formar grupos (!); apresenta-se simplesmente como um conjunto de 3 tarefas, listadas, sem relação com a Introdução.
- naturalmente, por essas falhas prévias, o Processo "complica" a vida ao leitor: se a Introdução e a Tarefa foram componentes muito concisas, é no Processo que o autor apresenta as suas verdadeiras intenções, exigindo produtos finais que não foram contemplados como Tarefas na secção anterior;
- muitos Recursos são hiperligações quebradas;
- A secção Avaliação inicia-se com "Na elaboração do relatório ... " quando a Tarefa não mencionava qualquer relatório, mas sim "construções e simulações"; estas componentes - as tarefas mais apelativas - não são objecto de avaliação! Relativamente à avaliação do relatório´e apresentada uma grelha / escala de classificação com alguns parâmetros que não são claros para os alunos: o que significa "justificação teórica"?
- Na Conclusão é feito um resumo da actividade, e um apelo interessante a outras áreas de aplicabilidade da Trigonometria.
15/04/10
12/04/10
10/04/10
Webquests e as Competências Gerais de Ciclo (3/3)
Competências gerais: o aluno deve... | Prática Docente e a utilização de Webquests: o professor deve ... |
Adoptar estratégias adequadas à resolução de problemas e à tomada de decisões |
|
Realizar actividades de forma autónoma, responsável e criativa |
|
Cooperar com outros em tarefas e projectos comuns |
|
08/04/10
Webquests e as Competências Gerais de Ciclo (2/3)
Competências gerais: o aluno deve... | Prática Docente e a utilização de Webquests: o professor deve ... |
Usar línguas estrangeiras para comunicar adequadamente em situações do quotidiano e para apropriação de informação |
actividades de intercâmbio presencial ou virtual, com utilização, cada vez mais intensa, das tecnologias de informação e comunicação
a realização de projectos em que seja necessário utilizar línguas estrangeiras |
Adoptar metodologias personalizadas de trabalho e de aprendizagem adequadas a objectivos visados |
o ensino com base em materiais e recursos diversificados, adequados às diferentes formas de aprendizagem
o aluno na descoberta das diversas formas de organização da sua aprendizagem |
Pesquisar, seleccionar e organizar informação para a transformar em conhecimento mobilizável |
o ensino prevendo a pesquisa, selecção e tratamento de informação
intencionalmente, na sala de aula e fora dela, actividades dirigidas a pesquisa, selecção, organização e interpretação de informação
o ensino prevendo a utilização de fontes de informação diversas e das tecnologias da informação e comunicação
actividades integradoras dos conhecimentos, nomeadamente a realização de projectos |
03/04/10
Webquests e as Competências Gerais de Ciclo (1/3)
Competências gerais: o aluno deve... | Prática Docente e a utilização de Webquests: o professor deve ... |
Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do quotidiano |
|
Usar adequadamente linguagens das diferentes áreas do saber cultural, científico e tecnológico para se expressar |
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Usar correctamente a língua portuguesa para comunicar de forma adequada e para estruturar pensamento próprio |
|
30/03/10
#5 - Tarefa sobre Webquest
a) O que é uma WQ?
Uma Webquest é uma actividade de pesquisa orientada, em que alguma ou toda a informação com que os alunos interagem provém de recursos baseados na Internet.
Tem as seguintes características:
- Um cenário, problema ou questão cativante
- Uma tarefa exequível e relevante
- Recursos pré-seleccionados
- Orientação passo-a-passo
- define um cenário motivador e fornece alguma informação de fundo
- deve despertar o interesse do aluno, tornando o tópico:
Relevante, relativamente às experiências anteriores dos alunos e/ou para o seu futuro
Importante pelas suas implicações pessoais e/ou sociais
Urgente, pela necessidade de encontrar uma solução
Divertido, pelos papéis sugeridos, pelo produto a criar...
É o coração da WebQuest. Pode compreender:
- Resolução de problemas
- Participação em debates / discussões
- Simulação de papéis reais
- Criação de produtos
- Planeamento/organização de um evento
- Adequada aos objectivos
- Exequível
- Interessante para os alunos
Processo
Descrição passo a passo dos procedimentos necessários à execução da tarefa.
Pode incluir:
- a divisão da tarefa em subtarefas
- a descrição dos papéis a desempenhar
- diferentes perspectivas a desenvolver
- conselhos sobre a aprendizagem ou sobre as relações interpessoais
Todas as fontes de informação necessárias para completar a tarefa (previamente analisadas e seleccionadas), provenientes preferencialmente da Internet.
d) Como fazer a avaliação?
Apresentando claramente o que se espera do aluno durante a execução das tarefas (processo) e no produto final.
Utilizar instrumentos como:
Lista de Verificação – fornece apenas a indicação sobre a presença ou ausência de certos elementos no desempenho avaliado.
Escala de Classificação – permite indicar o nível em que os objectivos foram atingidos; geralmente, os professores utilizam uma escala numérica. Por exemplo, pode-se classificar cada critério numa escala de 1 a 5, em que 1 signifique “competência quase inexistente” e 5 signifique “competência extremamente bem executada”.
Grelha de Avaliação do Desempenho nas Tarefas - instrumento que combina os elementos anteriores com rubricas descritivas; simultaneamente:
- fornece aos alunos uma estrutura que lhes permite trabalhar de forma independente e os encoraja a ter atenção à qualidade do trabalho;
- permite ao professor fornecer, de forma eficiente, informação aos alunos sobre os pontos fortes e fracos do seu trabalho, isto é, sobre o que precisam de saber e são capazes de fazer.
Conclusão
e) O que incluir na conclusão?
Um final à aventura dos alunos:
- recordando aquilo que aprenderam
- encorajando-os a alargar a experiência a outros domínios
c) O que é a Webtaskonomy?
É a taxonomia de Tarefas que podem sem propostas aos alunos, em função das competências que se pretende desenvolver e do tipo de cenário.
Mystery
Retelling
Compilation
Journalistic
Creative
Design
Consensuous
Building
Persuasion
Self-Knowledge
Analytical
Judgment
ScientificUma proposta
29/03/10
27/03/10
24/03/10
Sudoku
(Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
Sudoku, por vezes escrito Su Doku, (em japonês: 数独, sūdoku) é um quebra-cabeça baseado na colocação lógica de números.
O objectivo do jogo é a colocação de números de 1 a 9 em cada uma das células vazias numa grade de 9×9, constituída por 3×3 subgrades chamadas regiões.
O quebra-cabeça contém algumas pistas iniciais. Cada coluna, linha e região só pode ter um número de cada um dos 1 a 9.
Resolver o problema requer apenas raciocínio lógico e algum tempo.
Há Matemática no Sudoku?
Claro que sim! Onde é que não há Matemática?...
22/03/10
#3 - Leituras Recomendadas (II)
título do site (também presente na barra superior do browser)
finalidade
público-alvo
autor (ou responsável)
contactos
data de criação/actualização
requisitos de optimização do site (se possível)
- Ingredientes do Menu (sempre disponível):
secções do site
ajuda ao utilizador
Para além do menu, um trilho facilita pois orienta a navegação.
Todas as páginas devem - para além de bom gosto, pertinência, interesse e correcção - apresentar o nome do site, o nome da página e, em rodapé, os direitos de autor, a data de actualização e o URL.
Se o site for grande deve ter motor de pesquisa interno.
Importante também realçar que, "se um site contiver conteúdos adequados ao nível escolar dos seus alunos, mas sem actividades, cabe ao professor propor actividades estimulantes que orientem a pesquisa do seu conteúdo."(Carvalho, 2006: 25). De facto, quando o site contém apenas informação - com a qual o utilizador interage apenas lendo e clicando para ler mais - a interacção é mais difícil do ponto de vista dos alunos (rapidamente perguntam "o que é para fazer aqui"), sendo importante que o professor atribua um "propósito prático" àquela leitura.
21/03/10
Infinitive Monkey Theorem
Diz algo assim (numa das suas versões):
Se pusermos um macaco à frente de uma máquina de escrever digitando letras por um tempo infinitamente longo, é possível que no meio dessa sequência de letras surja o texto integral de Hamlet.
Portanto, não desista: escreva, e escreva, e escreva.
Assim aumenta a sua probabilidade de escrever coisas acertadas.
20/03/10
Cubo Mágico, ou Cubo de Rubik (quem não se lembra?...)
(O truque é descolar e colar os autocolantes das faces, muito rápido...)
Ligação de apoio à resolução: http://unesp.br/~jroberto/rubiks
18/03/10
Homem de Vitruvius (receita de Leonardo da Vinci)
Os 4 dedos fazem uma palma e 4 palmas fazem 1 pé,
6 palmas fazem um cúbito;
4 cúbitos fazem a altura de um homem.
4 cúbitos fazem um passo e 24 palmas fazem um homem.
Se se abrir as pernas até termos descido 1/14 de altura e abrirmos os braços até os dedos estarem ao nível do topo da cabeça então o centro dos membros abertos será no umbigo.
O espaço entre as pernas abertas será um triângulo equilátero.
O comprimento dos braços abertos de um homem é igual à sua altura.
Desde as raízes dos cabelos até ao fundo do queixo é um décimo da altura do homem;
desde o fundo do queixo até ao topo da cabeça é um oitavo da altura do homem;
desde o topo do peito até ao topo da cabeça é um sexto da altura do homem; desde o topo do peito até às raízes do cabelo é um sétimo da altura do homem; desde os mamilos até ao topo da cabeça é um quarto da altura do homem.
A maior largura dos ombros contém em si própria a quarta parte do homem.
Desde o cotovelo até à ponta dos dedos é um quinto da altura do homem e desde o cotovelo até ao ângulo da axila é um oitavo da altura do homem. A mão inteira será um décimo da altura do homem.
O início dos órgãos genitais marca o centro do homem.
O pé é um sétimo do homem.
Da sola do pé até debaixo do joelho é um quarto da altura do homem.
Desde debaixo do joelho até o início dos órgãos genitais é um quarto do homem.
A distância entre o fundo do queixo e o nariz e entre as raízes dos cabelos e as sobrancelhas é a mesma e é, como a orelha, um terço da cara.
(fonte: http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/davinci/matematico.htm)
13/03/10
11/03/10
#2 - Leituras Recomendadas (I)
10/03/10
07/03/10
MC Escher (1)
01/03/10
#1 - Caça ao Tesouro Trigonométrico (versão simples)

Existe um ramo da Matemática (como a Álgebra, a Geometria, a Estatística) que estuda com pormenor as relações entre os lados e os ângulos de um triângulo rectângulo.
Esse ramo chama-se TRIGONOMETRIA. Sem ela nós, portugueses, não teríamos navegado para tão longe na altura dos Descobrimentos!
Hoje em dia, muitas outras áreas do conhecimento necessitam desta Matemática para resolverem os seus "problemas": medicina, cartografia, electricidade, iluminação, mecânica, música...
Pesquisa um pouco mais sobre a Trigonometria, procurando nos Recursos as respostas a 7 questões.
Depois desce a página e tenta resolver a Questão Principal.
http://www.slideshare.net/marcia2311/trigonometria-marcia
2) "O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos" é o que enuncia o Teorema de ...
http://saberpensar.blogs.sapo.pt/7743.html
3) Num triângulo rectângulo, como se chama a razão entre o cateto oposto a um ângulo e a hipotenusa?
http://www.youtube.com/watch?v=FZLXujO3yw8
4) Num triângulo rectângulo, como se chama a razão entre o cateto adjacente a um ângulo e a hipotenusa?
http://www.youtube.com/watch?v=FZLXujO3yw8
5) Como se chama a razão entre o seno e o cosseno de um ângulo?
http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/trigonom/trigo03.htm#tr23
6) Qual o valor de cos 30º ?
http://www.somatematica.com.br/emedio/tabtrig.phtml
7) Se sen x = 0,5 , quanto mede o ângulo x?
http://www.somatematica.com.br/emedio/tabtrig.phtml
http://www.youtube.com/watch?v=FZLXujO3yw8 http://www.slideshare.net/marcia2311/trigonometria-marcia http://profdrico.sites.uol.com.br/trigono2.html#c 28/02/10
27/02/10
Les Luthiers - o Teorema de Thales
Si tres o más paralelas, si tres o más parale-le-le-las
Son cortadas por dos transversales
Son cortadas por dos transversales
Si tres o más parale-le-le-las
Son cortadas, son cortadas
Dos segmentos de una de estas, dos segmentos cualesquiera
Dos segmentos de una de estas son proporcionales
a los dos segmentos correspondientes de la otra.
a paralela a b,b paralela a c,a paralela a b, paralela a c, paralela a d
OP es a PQ, MN es a NT, OP es a PQ como MN es a NT
a paralela a b,b paralela a c
OP es a PQ como MN es a NT
La bisectriz yo trazaré y a cuatro planos intersectaré
Una igualdad yo encontraré: OP más PQ es igual a ST
Usaré la hipotenusa
Ay no te compliques, nadie la usa
Trazaré, pues, un cateto
Yo no me meto, yo no me meto.
Triángulo, tetrágono, pentágono, hexágono,heptágono, octógono, son todos polígonos
Seno, coseno, tangente y secante,y la cosecante, y la cotangente
Thales, Thales de Mileto
Thales, Thales de Mileto
Que es lo que queríamos demostrar.
Quesque loque loque queri queri amos demos demos demostrar.
Mestrado em Supervisão
Agora em modo SPEM - Hipermédia e Sociedade da Informação.



















