Émile Borel, matemático francês do século XIX, enunciou num dos seus trabalhos um teorema, que mais tarde ficou conhecido (para os não matemáticos) como The Infinitive Monkey Theorem.
Diz algo assim (numa das suas versões):
Se pusermos um macaco à frente de uma máquina de escrever digitando letras por um tempo infinitamente longo, é possível que no meio dessa sequência de letras surja o texto integral de Hamlet.
Portanto, não desista: escreva, e escreva, e escreva.
Assim aumenta a sua probabilidade de escrever coisas acertadas.
Diz algo assim (numa das suas versões):
Se pusermos um macaco à frente de uma máquina de escrever digitando letras por um tempo infinitamente longo, é possível que no meio dessa sequência de letras surja o texto integral de Hamlet.
Portanto, não desista: escreva, e escreva, e escreva.
Assim aumenta a sua probabilidade de escrever coisas acertadas.





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