24/05/10
A Quadratura do Círculo em Geometer's Sketchpad
Problema Matemático Clássico da Antiguidade
Será possível construir com régua e compasso um quadrado que tenha a mesma área de um dado círculo?
Com régua e compasso tecnológicos sim!
Desloque o ponto A ou o ponto B e verá que as áreas do círculo e do quadrado são sempre idênticas.
O segmento situado a meia altura do lado esquerdo corresponde à unidade de comprimento e pode ser modificado.
Créditos da construção: JCSantos.
20/05/10
18/05/10
15/05/10
#10 - Múltiplas Perspectivas no Libro de Algebra en Arithmetica Y Geometria
O trabalho do nosso grupo
https://sites.google.com/site/pedronunesgrau2/
Reflexão e desconstrução:
mas o que é, afinal, o modelo de aprendizagem das múltiplas perspectivas?
https://sites.google.com/site/pedronunesgrau2/
Reflexão e desconstrução:
mas o que é, afinal, o modelo de aprendizagem das múltiplas perspectivas?
ver
11/05/10
The Economics of Happiness
Happy people tend to spend time with friends and family and put emphasis on social and community relationships. We are social creatures. Research has demonstrated that happiness and life satisfaction are perhaps more closely related to participating meaningfully in a network of friends, family, and community than any other factor. I urge you to take this research to heart by making time for friends and family and by being part of and contributing to a larger community.
Another factor in happiness, perhaps less obvious, is based on the concept of "flow." When you are working, studying, or pursuing a hobby, do you sometimes become so engrossed in what you are doing that you totally lose track of time? That feeling is called flow. If you never have that feeling, you should find some new activities--whether work or hobbies.
Another finding is that happy people feel in control of their own lives. A sense of control can be obtained by actively setting goals that are both challenging and achievable. Ultimately, though, there are many things in our lives we cannot control. So it also is important to recognize what is and is not within our control, to cultivate the flexibility to accept unexpected change with equanimity, and to focus our efforts on achieving goals at the limit of, but still within, our reach.
Finally--and this is one of the most intriguing findings--happiness can be promoted by fighting the natural human tendency to become entirely adapted to your circumstances. One interesting practical suggestion is to keep a "gratitude journal," in which you routinely list experiences and circumstances for which you are grateful. Devices like gratitude journals help people remain aware of the fortunate aspects of their lives, offsetting the natural human tendency to take those things for granted after a while.
Happiness research can be useful for individuals, but it also has implications for policymakers. For one, the policy goals of promoting economic growth and employment, though not--as we have seen--the only appropriate goals, are worthwhile nonetheless. On average, as I have already noted, citizens of richer countries report higher levels of life satisfaction, no doubt in part because they tend to be healthier, to have more leisure time to pursue hobbies or socialize, and to have more interesting work. Generally, richer countries also have fewer citizens in severe poverty.
But, again, many things beside income contribute to feelings of well-being. For example, as I mentioned, social interactions appear very important for individual happiness. One application of this insight--and this is just an example of the type of research connected with the "economics of happiness" that may bear policy insights--involved a program in Canada in which recipients of employment insurance or income assistance were offered jobs in community development and opportunities to develop a social network. Being unemployed is stressful, not just because of loss of income but also because of feelings of loss of control and diminished self-worth. But individuals who participated in these opportunities reported higher satisfaction than those who did not. Further study could shed light on the effectiveness of alternative approaches to traditional unemployment insurance programs.
More generally, economic policymakers should pay attention to family and community cohesion. All else equal, good economic policies should encourage and support stable families and promote civic engagement. And to help people feel in control of their own destinies, policies should respect the autonomy of individuals, families, and communities to make their own decisions whenever possible, as research has confirmed the intuitive notion that individual freedoms contribute to life satisfaction.
ler o artigo original: The Economics of Happiness
09/05/10
#9 - Leituras Recomendadas (V)
Carvalho, Ana Amélia Amorim, (2005). Como olhar criticamente o software educativo multimédia. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Utilização e Avaliação de Software Educativo, Número 1, Ministério da Educação, 69-82, 85-86.
O software educativo multimédia (SEM) tem inúmeras potencialidades para aprendizagem, antes de tudo pelas suas qualidades motivacionais: é apelativa pelo visual, interacção e intuitividade na utilização. No entanto, há 3 factores que se condicionam para que, de facto, aconteça aprendizagem: a qualidade (científica, técnica e pedagógica), a literacia informática (à vontade do utilizador com a ferramenta) e, sem dúvida, a vontade de aprender. Será no primero factor, extrínseco ao utilizador e da responsabilidade do professor-autor, que se centra este artigo.
A qualidade científica é essencial para que o utilizador não desenvolva concepções erradas ou alternativas ao conhecimento; a qualidade técnica refere-se à usabilidade, facilidade e velocidade de navegação e níveis de interactividade. A qualidade pedagógica centrar-se-á sobretudo na qualidade da apresentação do conteúdo e no feedback - preferencialmente encorajador - transmitido ao utilizador.
Carvalho apresenta neste texto algumas componentes essenciais para um SEM, e cuja existência e qualidade - independente da orientação construtivista ou comportamentalista do SEM - são factores que afectam a qualidade geral do software, pois orientam o utilizador, motivam, apelam, encorajam, ...
caixa - início-apresentação - menu -navegação - estrutura - actividades - interface - ajuda - sugestões - hiperligações - ficha técnica - sair do software (!) -
Carvalho apresenta neste texto algumas componentes essenciais para um SEM, e cuja existência e qualidade - independente da orientação construtivista ou comportamentalista do SEM - são factores que afectam a qualidade geral do software, pois orientam o utilizador, motivam, apelam, encorajam, ...
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#8 - Leituras Recomendadas (IV): Computadores, Ferramentas Cognitivas
Jonassen, D. (2007). Computadores, ferramentas cognitivas. Porto: Porto Editora.
Capítulo 15 - Avaliar as aprendizagens com as ferramentas cognitivas
Trata-se do último capítulo de uma obra de referência da Tecnologia Educativa. Com um olhar muito crítico acerca dos processos tradicionais de avaliação, centrados num produto final (que é habitualmente apresentado na forma escrita) e na sua classificação/julgamento pelo professor, Jonassen apresenta aqui uma avaliação que se pretende mais abrangente, centrada no aluno e na sua aprendizagem desenvolvida com o computador.
Uma parte essencial do uso das ferramentas cognitivas é a auto-regulação das aprendizagens: o aluno deve ser capaz de auto-avaliar o crescimento do seu próprio conhecimento. Para tal, fornecer-lhe feedback permite-lhe compreender o quanto aprendeu e dirigir melhor os seus trabalhos e esforços.
Também a colaboração - um pressuposto para a eficácia do uso do computador enquanto ferramenta cognitiva - deve ser alvo de avaliação: se é suposto que os alunos trabalhem de forma colaborativa num processo de construção do conhecimento, será não menos importante que se avalie essa mesma colaboração, como sendo as interacções com colegas, com pessoas fora da escola, a negociação, e a distribuição de papeis nos processos de aprendizagem.
Talvez a mais importante competência a desenvolver nos alunos ao longo de sua experiência escolar - o pensamento crítico - deva ser também a mais difícil de se avaliar. Sendo o computador uma ferramenta valiosa para o desenvolvimento desse pensamento - na análise e síntese de informação, relação entre ideias, Jonassen apresenta alguns critérios para a avaliação dessa competência, bem como outros que envolvem a criatividade e a complexidade na construção das bases de conhecimento dos alunos.
07/05/10
Álgebra x Geometria
Algebra is the offer made by the devil to the mathematician.
The devil says: "I will give you this powerful machine, it will answer any question you like. All you need to do is give me your soul: give up geometry and you will have this marvellous machine."
The devil says: "I will give you this powerful machine, it will answer any question you like. All you need to do is give me your soul: give up geometry and you will have this marvellous machine."
Comer Vaca Esférica e Aprender pos Osmose
06/05/10
04/05/10
#7 - Leituras Recomendadas (III)
Carvalho, A. A. (2007). A WebQuest: evolução e reflexo na formação e na investigação em Portugal. In F. Costa, H. Peralta & S. Viseu (eds), As Tic em Educação em Portugal. Porto: Porto Editora, 299-327.
O texto apresenta a evolução do conceito de Webquest, uma actividade de investigação que se realiza com recursos da internet. Apesar de por muitos confundida com uma caça ao tesouro - actividade de pesquisa e resposta directa a questões factuais - as webquests pretendem o desenvolvimento de capacidades cognitivas de ordem superior como a análise e síntese, devendo nesse sentido propor tarefas cujo processo é investigativo e assim mais complexo, e cujo produto não se resume a uma manta de retalhos dos recursos.
Uma das maiores evoluções desde o surgimento do conceito de webquest em 1985 foi a inclusão em 1998 da componente avaliação. Devendo incidir sobre o produto final e as atitudes ao longo da webquests, também hoje muitos autores defendem que a avaliação para as webquests deve incluir alguma regulação ao longo do processo, orientando formativamente os alunos.
Um historial da formação de professores para as actividades baseadas na web é apresentado no texto, bem como da sua inclusão na formação inicial de professores. A investigação em ciências da educação envolvendo a utilização de webquests também é sublinhada (com grande prazer de minha parte pois uma das teses de mestrado foi realizada por uma ex-estagiária minha - Ivete Cruz, em 2006 - numa turma minha! Foi uma experiência muito agradável!), sendo apontadas as mais-valias desta estratégia em muitas situações.
São referidos por fim alguns aspectos importantes, não da elaboração da webquest mas da sua aplicação, que envolvem a duração, a postura do professor e dos alunos, bem como outras variáveis de contexto de sala de aula.
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